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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto: www.sandiegouniontribune.com/
 

SANDRO COHEN
( MÉXICO )

 

Sandro Cohen (Nova Jersey, Estados Unidos, 1953 - Cidade do México, 5 de novembre de 2020). Poeta, ensaista, cronista, tradutor e crítico literario naturalizado mexicano. Estudou a licenciatura -  mestrado em Letras hispânicas em Rutgers University e obtuve o grau de doutor na UNAM.
Foi coordenador de oficinas literárias na UNAM, na UAM e INBA, entre outras instâncias.
Co-fundador da revista Sin Embargo, co-diretor de Vaso Comunicante e colaborador de meios como ProcesoCasa del tiempoRevista de la Universidad de MéxicoEl UniversalLa JornadaMilenioUnomásunoEl NacionalExcélsior, entre outros.

Suas obras publicadas abarcam quase todos os gêneros literários e entre eles destacamos: Palabra nueva: dos décadas de poesía en MéxicoEl asidero en la zozobraPena capitalApuntes cervantinos mexicanosPoesía mexicana, 1975-1900: De la abundancia raquítica a la escasez saludable o ¿dónde están los poetas? e Redacción sin dolor, entre otros.

De seu libro Quintaesencia (UNAM, 2016), Sandro Cohen compartilha uma série de poemas que circulam entre o erotismo, a nostalgia, a solidão e também a crítica dp mundo moderno.
Sobre sua poesia, o também escritor Guillermo Vega Zaragoza afirma: “Não é uma voz estridente e elevada: pelo contrário, ele desliza nuna emotividade profunda, onde a forma contém, à perfeição o sentimento e expressa com precisão a idéia filosófica e vital que o anima”.
 

 

BESTIARIO INMEDIATO – muestra de poesia mexicana contemporânea.  Prólogo y compilación César Arístides.  Ciudad de México: Ediciones Coyoacán, 2000.  129 p.     +7 hojas. 13x21 cm.  ISBN 970-633-171-9  
N. 06 235        Exemplar da biblioteca de Antonio Miranda

 

TEXTO EN ESPAÑOL

 

PEZ EN EL AGUA,
LÍQUIDO ANIMAL…

 

Pez en el agua, líquido animal,
salta al aire que asfixia, lucha contra
tu peso repentino, empecinado
Y vuelve herido hacia la luz que baja,
al sol desconocido, que no es tuyo.

Desde lejos observo la pecera.
Reconfortado, sorbo mi café
de hombre libre y me pongo a ver papeles.
Así trabajo. Con palabras. Pienso
necesito explicarme algunas cosas

El dolor, por ejemplo, la tristeza
dulce de primavera, la mirada
del pájaro que muere entre las manos
de un niño.
Nada sé, sólo pregunto
privilegio exclusivo de hombres libres

 

                  TEXTO EM PORTUGUÊS

PEIXE NA ÁGUA,
LÍQUIDO ANIMAL…

 

Peixe na água, líquido animal,
salta para o ar sufocante, luta contra
Teu peso repentino e obstinado
E retorna ferido à luz que desce,
ao sol desconhecido, que não é teu.

De longe, observo o aquário.
Confortado, tomo um gole do meu café
de homem livre e começo a olhar para os papéis.
É assim que trabalho. Com palavras. Acho que
preciso explicar algumas coisas para mim mesmo

Dor, por exemplo, a doce tristeza
doce de primavera, o olhar
do pássaro que morre nas mãos
de uma criança. Não sei nada, apenas pergunto
um privilégio exclusivo dos homens livres

 

*
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Página publicada em fevereiro de 2026.


 

 

 
 
 
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